Depois de muita ponderação e reflexão sobre o assunto, tomei finalmente a decisão. Ponderei os aspectos económicos, a mudança que traria à minha vida e a disponibilidade emocional. Agora já está. Apresento a Buffy, que veio trazer um furacão de brincadeiras, subidas aos cortinados, perseguições a pedaços de papel e arranhões em todo o lado. Valeu a pena.
Mas porque é que as pessoas utilizam frases feitas, do mais fofinho que há, tantas vezes sem sentido, pirosas, sem contexto, como se fossem as mais legítimas guias da existência? Ao passear um pouco pelas redes sociais vê-se de tudo:
"É ver o mundo do cimo da lua e descobrir doces momentos da vida."
"Não é o amor que sustenta o relacionamento. É o modo de se relacionar que sustenta o amor!"
"Seja seletivo nas suas batalhas. Às vezes estar em paz é melhor do que estar certo."
"Amor é apenas uma palavra... até você encontrar alguém que dê um verdadeiro sentido a ela."
"É durante as tempestades que a gente conhece nossas forças e nossos amigos."
Ahhhhhhhhhh! Apetece-me gritar.
Isto foi o que reuni ao andar 1 minuto pelo Facebook. Algumas pessoas não devem conseguir pensar por si próprias, criar os seus próprios motes e regras de vida, pois andam sempre à procura de uma frase girinha para saberem o que fazer a seguir. Ainda bem que as há, senão essa gente andaria à deriva, completamente perdida sem saber como se comportar. E depois gostam tanto de frases feitas e não conhecem aquelas que marcaram a nossa história. Não sabem uma frase de Camões, Eça, Saramago ou Pessoa. Talvez se as citações desses senhores fossem acompanhadas com imagens de ursinhos de peluche, estrelinhas e casais abraçados tomassem alguma atenção.
Façamos um teste.
"É ver o mundo do cimo da lua e descobrir doces momentos da vida."
"Não é o amor que sustenta o relacionamento. É o modo de se relacionar que sustenta o amor!"
"Seja seletivo nas suas batalhas. Às vezes estar em paz é melhor do que estar certo."
"Amor é apenas uma palavra... até você encontrar alguém que dê um verdadeiro sentido a ela."
"É durante as tempestades que a gente conhece nossas forças e nossos amigos."
Ahhhhhhhhhh! Apetece-me gritar.
Isto foi o que reuni ao andar 1 minuto pelo Facebook. Algumas pessoas não devem conseguir pensar por si próprias, criar os seus próprios motes e regras de vida, pois andam sempre à procura de uma frase girinha para saberem o que fazer a seguir. Ainda bem que as há, senão essa gente andaria à deriva, completamente perdida sem saber como se comportar. E depois gostam tanto de frases feitas e não conhecem aquelas que marcaram a nossa história. Não sabem uma frase de Camões, Eça, Saramago ou Pessoa. Talvez se as citações desses senhores fossem acompanhadas com imagens de ursinhos de peluche, estrelinhas e casais abraçados tomassem alguma atenção.
Façamos um teste.
concertos
E o concerto deste ano que mais me arrependo de não ter ido é...
terça-feira, julho 16, 2013
Depeche Mode.
Pensei que não me ia custar tanto mas ao ver o concerto em direto bateu-me o saudosismo e caiu-me em cima o peso de não ter estado presente. Já não hei-de ter muitas oportunidades de ver estas bandas-dinossauro ao vivo e não devia deixar passar absolutamente nada de que goste tanto.
O concerto foi absolutamente fantástico e quando vi o Dave Gahan a mexer-se só como ele sabe, aí sim, quase me caíram as lágrimas de arrependimento. Este homem é um Deus da música, da dança, da sedução, da sensualidade... e tem 51 anos. Não sei o que esta geração andou a comer mas os homens desta casta são todos experts nestas artes de mexer o rabiosque e afins. Go Dave!
Pensei que não me ia custar tanto mas ao ver o concerto em direto bateu-me o saudosismo e caiu-me em cima o peso de não ter estado presente. Já não hei-de ter muitas oportunidades de ver estas bandas-dinossauro ao vivo e não devia deixar passar absolutamente nada de que goste tanto.
O concerto foi absolutamente fantástico e quando vi o Dave Gahan a mexer-se só como ele sabe, aí sim, quase me caíram as lágrimas de arrependimento. Este homem é um Deus da música, da dança, da sedução, da sensualidade... e tem 51 anos. Não sei o que esta geração andou a comer mas os homens desta casta são todos experts nestas artes de mexer o rabiosque e afins. Go Dave!
Acredito no mau olhado. Acho que se alguém me desejar mal com muita força, algo terrível pode acontecer. E também acredito que quando se é mauzinho, o universo pode conspirar e dar-te uma lição.
Pois bem, eu sou mázinha e ultimamente ainda mais porque o ódio se apoderou de mim. Odeio uma pessoa de morte. Nunca me tinha acontecido em 27 anos de vida, mas odeio essa pessoa com todas as forças que tenho. A sua presença, a sua voz, postura, ideias, educação, a sua mísera existência, fazem-me estremecer por dentro, dão-me arrepios de nojo e deixam-me mal disposta.
E como o karma é lixado e what comes around, goes around, estou de caganeira, tenho febre, vómitos, dores de cabeça, dores no corpo, não consigo dormir há mais de 48 horas e mais, muito mais. E tenho a certeza de que foi aquele cabrão a dar-me mau olhado.
Prefiro sofrer este castigo divino a largar a toalha ao chão e ser simpática para aquele sebento de merda. Já pintei a sanita de castanho 5 vezes hoje e em cada uma delas pensei que lhe tava a cagar prá fronha. Vai-te foder, seu aborto.
Pois bem, eu sou mázinha e ultimamente ainda mais porque o ódio se apoderou de mim. Odeio uma pessoa de morte. Nunca me tinha acontecido em 27 anos de vida, mas odeio essa pessoa com todas as forças que tenho. A sua presença, a sua voz, postura, ideias, educação, a sua mísera existência, fazem-me estremecer por dentro, dão-me arrepios de nojo e deixam-me mal disposta.
E como o karma é lixado e what comes around, goes around, estou de caganeira, tenho febre, vómitos, dores de cabeça, dores no corpo, não consigo dormir há mais de 48 horas e mais, muito mais. E tenho a certeza de que foi aquele cabrão a dar-me mau olhado.
Prefiro sofrer este castigo divino a largar a toalha ao chão e ser simpática para aquele sebento de merda. Já pintei a sanita de castanho 5 vezes hoje e em cada uma delas pensei que lhe tava a cagar prá fronha. Vai-te foder, seu aborto.
Apesar de eu me queixar muito e criticar tudo, tenho a plena consciência de que sou uma sortuda e privilegiada. Tenho tudo o que preciso para sobreviver, o que é mais do que milhões de pessoas neste planeta. E é por ter essa consciência que projectos como Make The Homeless Smile me tocam. Especialmente quando são realizados por jovens, iguais aos que vemos nas nossas ruas, mas em vez de estarem a fazer porcaria, estão a fazer o bem.
Provavelmente, não vão mudar o mundo, nem é esse o objectivo, porque simplesmente é uma utopia. Mas ajudar no que podem e fazer um sem-abrigo sorrir é uma meta tão nobre quanto mudar o mundo. Crianças, velhos, cegos e pessoas que já tiveram o que nós tivemos precisam de nós. Um dia podemos ser nós a precisar e no país onde vivemos essa é uma probabilidade real. Uma banana, uma sandes, uma maçã, uma peça de roupa, podem ser o ponto alto do dia de alguém.
Tiro o chapéu a estes rapazes que iniciaram um dos movimentos mais bonitos dos últimos tempos.
Provavelmente, não vão mudar o mundo, nem é esse o objectivo, porque simplesmente é uma utopia. Mas ajudar no que podem e fazer um sem-abrigo sorrir é uma meta tão nobre quanto mudar o mundo. Crianças, velhos, cegos e pessoas que já tiveram o que nós tivemos precisam de nós. Um dia podemos ser nós a precisar e no país onde vivemos essa é uma probabilidade real. Uma banana, uma sandes, uma maçã, uma peça de roupa, podem ser o ponto alto do dia de alguém.
Tiro o chapéu a estes rapazes que iniciaram um dos movimentos mais bonitos dos últimos tempos.
Volta Inverno, estás perdoado. Odeio altas temperaturas. Se estivesse num local paradisíaco com um cocktail na mão, numa praia qualquer, num frigorífico, numa estância balnear com criados semi-nus a abanarem-me, não me importava de aguentar 40º. Mas como pertencente à classe média, tenho de trabalhar. Tenho de sobreviver todos os dias no comboio e no metro, e julgo que a maioria das pessoas se esqueceu das regras de higiene básicas. Ou então é a crise, e têm de poupar na água e no desodorizante. Mas pelo amor da santa, eu ofereço Rexona a toda a gente, se tiver de ser.
Sai-se porta fora e começa-se imediatamente a derreter. A partir desse momento as roupas colam-se ao corpo, em especial naqueles locais que adoramos, como nas bordas do cu. Cada vez que me levanto da cadeira tenho a sensação que tenho uma bola de água no rabo. A zona debaixo do soutien também é porreira, com uma poça de suor gerada debaixo das mamas. Super agradável. E mais. Quando se está com o período tudo se torna ainda melhor, mas não vou entrar por aí para não afastar o leitor.
O pior de tudo são as noites. O problema da minha casa é que é quente como o caralh*, e o problema do chão fresco é que é duro como o caralh*. Assim passo as noites em claro amaldiçoando o tempo, as melgas e mosquitos, ameaçando São Pedro forte e feio e pensando em jogar-me do 4º andar. Até já pensei ir dormir na rua, mas algum sem-abrigo podia ficar ofendido.
E no fim de semana o que é que as pessoas fazem? Vão para a praia. Todas. O mundo inteiro. Se se consegue lá chegar (e para isso é preciso sair de casa às 07h ou conseguir passar 2 horas numa fila), andamos à bulha por um pedacinho de areia, como se aquilo fosse o mais precioso pedaço de céu e o caminho para a redenção e perdão eterno.
Sou por natureza uma pessoa stressada, e quando está tanto calor só me consigo comparar a um bule de chá a arder por dentro e prestes a entrar em ebulição. Se isto passar dos 45º vou explodir e espalhar as minhas entranhas por este cantinho quentinho à beira-mar plantado.
Sai-se porta fora e começa-se imediatamente a derreter. A partir desse momento as roupas colam-se ao corpo, em especial naqueles locais que adoramos, como nas bordas do cu. Cada vez que me levanto da cadeira tenho a sensação que tenho uma bola de água no rabo. A zona debaixo do soutien também é porreira, com uma poça de suor gerada debaixo das mamas. Super agradável. E mais. Quando se está com o período tudo se torna ainda melhor, mas não vou entrar por aí para não afastar o leitor.
O pior de tudo são as noites. O problema da minha casa é que é quente como o caralh*, e o problema do chão fresco é que é duro como o caralh*. Assim passo as noites em claro amaldiçoando o tempo, as melgas e mosquitos, ameaçando São Pedro forte e feio e pensando em jogar-me do 4º andar. Até já pensei ir dormir na rua, mas algum sem-abrigo podia ficar ofendido.
E no fim de semana o que é que as pessoas fazem? Vão para a praia. Todas. O mundo inteiro. Se se consegue lá chegar (e para isso é preciso sair de casa às 07h ou conseguir passar 2 horas numa fila), andamos à bulha por um pedacinho de areia, como se aquilo fosse o mais precioso pedaço de céu e o caminho para a redenção e perdão eterno.
Sou por natureza uma pessoa stressada, e quando está tanto calor só me consigo comparar a um bule de chá a arder por dentro e prestes a entrar em ebulição. Se isto passar dos 45º vou explodir e espalhar as minhas entranhas por este cantinho quentinho à beira-mar plantado.
Ontem fui ver os Bon Jovi ao Parque da Bela Vista, em Lisboa. Foi uma das bandas que fez parte da minha adolescência e sim, também tive a minha fase de adoração louca ao Jon Bon Jovi. Ao longo do tempo perdi a "tesão" pela banda mas agora que surgiu a oportunidade de os ver (sem pagar por isso) as recordações e a vontade de os ver pela primeira vez devolveram-me a "tesão" perdida. E lá fui eu.
Em primeiro lugar, nunca pensei que existissem tantos fãs da banda no nosso país. Ver o Parque da Bela Vista mais cheio do que no Rock in Rio foi algo que nunca esperei, ainda por cima com preços tão elevados.
O concerto foi agradável, apesar de não conhecer mais de metade das músicas do alinhamento. Desde os meus tempos de pita assanhada que não ouvia nada de novo da banda e agora vi que não perdi grande coisa. Mas os clássicos... Os clássicos valeram realmente a pena e ouvir músicas como Keep The Faith, Bad Medicine, Livin on a Prayer ou Wanted Death or Alive foi uma experiência brutal.
Tenho de tirar o chapéu ao Jon Bon Jovi. Tem 51 anos, está em forma, é incansável, é carismático, tem uma ligação com o público fantástica, e continua um pão. Quem o viu ali a mexer o bumbum como se tivesse 20 aninhos há-de concordar comigo.
Parecendo que não, já são 30 anos de carreira e não é qualquer banda que lá chega, e com esta energia e ainda tanto para dar. Valeu a pena ir, estava-se bem no Golden Circle, e tão depressa não me hei-de esquecer do belo bumbum do Jon.
Em primeiro lugar, nunca pensei que existissem tantos fãs da banda no nosso país. Ver o Parque da Bela Vista mais cheio do que no Rock in Rio foi algo que nunca esperei, ainda por cima com preços tão elevados.
O concerto foi agradável, apesar de não conhecer mais de metade das músicas do alinhamento. Desde os meus tempos de pita assanhada que não ouvia nada de novo da banda e agora vi que não perdi grande coisa. Mas os clássicos... Os clássicos valeram realmente a pena e ouvir músicas como Keep The Faith, Bad Medicine, Livin on a Prayer ou Wanted Death or Alive foi uma experiência brutal.
Tenho de tirar o chapéu ao Jon Bon Jovi. Tem 51 anos, está em forma, é incansável, é carismático, tem uma ligação com o público fantástica, e continua um pão. Quem o viu ali a mexer o bumbum como se tivesse 20 aninhos há-de concordar comigo.
Parecendo que não, já são 30 anos de carreira e não é qualquer banda que lá chega, e com esta energia e ainda tanto para dar. Valeu a pena ir, estava-se bem no Golden Circle, e tão depressa não me hei-de esquecer do belo bumbum do Jon.
Às vezes acordo a rir com os meus sonhos e hoje foi um desses dias. Sonhei que fui almoçar a uma cantina com o meu namorado, e às tantas ele rouba uma travessa de lombo de porco assado no forno e desata a correr.
Como gosto sempre de saber as coisas inteligentes que se dizem sobre o significado dos sonhos, eis o que significa sonhar com carne:
"Faz prever um período próspero, após tempos difíceis."
Se soubesse já tinha sonhado com o lombo há mais tempo. Agora fiquei com apetites.
Como gosto sempre de saber as coisas inteligentes que se dizem sobre o significado dos sonhos, eis o que significa sonhar com carne:
"Faz prever um período próspero, após tempos difíceis."
Se soubesse já tinha sonhado com o lombo há mais tempo. Agora fiquei com apetites.
Todos os anos digo e repito a mesma coisa e volto a fazer a mesma asneira, mas desta vez é que é: nunca mais irei aos Santos Populares!
Acabo sempre por ir porque os meus amigos vão, e é raro haver oportunidades para os ver a todos ao mesmo tempo. Mas não dá mais, cansei. Porque:
. A expressão "meter o Rossio da Rua da Bestesga" nunca foi tão literal, humanamente falando. É ridícula a quantidade de gente que anda nas ruas. Aliás, "andar" é ser muito positivo, porque ali dá-se um passinho de bebé a cada minuto. Não compreendo como se pode apreciar uma festa popular quando a cada segundo temos de ter atenção a ver se a bebida não se entorna, se não nos perdemos dos restantes, se não somos assaltados, ou simplesmente conseguir ver onde se está a ir.
. Comer! Eu e os meus esperançosos amigos quisemos comer sentados pela primeira vez nesta festa, e estivemos 1h30 em pé na fila de espera para nos sentar. Já com formigueiros na sola dos pés e um buraco negro do estômago desistimos quando soubemos que havia um grupo de 30 pessoas com reserva para entrar antes de nós, e nem se dignaram a avisar. Acharam que era na boa estarmos à espera em pé mais 2 horas, tranquilos! Sendo assim, optámos por uma singela bifana pela qual "só" esperámos uns 45 minutos.
. O fumo! Andar apertada no meio de uma multidão sem saber por onde se vai e demorar meia hora para percorrer 100 metros já é mau, e ainda se torna pior quando o ar que existe para respirar está impregnado de fumo! Por todo o lado! Eu sou baixinha e no meio daquela gente já estava a sufocar. Quando cheguei a casa e cheirei a minha roupa era uma mistura de cerveja, sangria, suor, febras e sardinhas. Bastante sexy.
Escusado será dizer que mal vi e falei com os meus amigos, porque uns perderam-se, uns não aguentaram mais, uns foram mijar e não conseguiram voltar para o sítio combinado por simplesmente não conseguirem furar a multidão, ou não conseguíamos abrir a boca e levar com a fumarada. O que se ganhou? Bolhas nos pés e paciência esgotada.
Acabo sempre por ir porque os meus amigos vão, e é raro haver oportunidades para os ver a todos ao mesmo tempo. Mas não dá mais, cansei. Porque:
. A expressão "meter o Rossio da Rua da Bestesga" nunca foi tão literal, humanamente falando. É ridícula a quantidade de gente que anda nas ruas. Aliás, "andar" é ser muito positivo, porque ali dá-se um passinho de bebé a cada minuto. Não compreendo como se pode apreciar uma festa popular quando a cada segundo temos de ter atenção a ver se a bebida não se entorna, se não nos perdemos dos restantes, se não somos assaltados, ou simplesmente conseguir ver onde se está a ir.
. Comer! Eu e os meus esperançosos amigos quisemos comer sentados pela primeira vez nesta festa, e estivemos 1h30 em pé na fila de espera para nos sentar. Já com formigueiros na sola dos pés e um buraco negro do estômago desistimos quando soubemos que havia um grupo de 30 pessoas com reserva para entrar antes de nós, e nem se dignaram a avisar. Acharam que era na boa estarmos à espera em pé mais 2 horas, tranquilos! Sendo assim, optámos por uma singela bifana pela qual "só" esperámos uns 45 minutos.
. O fumo! Andar apertada no meio de uma multidão sem saber por onde se vai e demorar meia hora para percorrer 100 metros já é mau, e ainda se torna pior quando o ar que existe para respirar está impregnado de fumo! Por todo o lado! Eu sou baixinha e no meio daquela gente já estava a sufocar. Quando cheguei a casa e cheirei a minha roupa era uma mistura de cerveja, sangria, suor, febras e sardinhas. Bastante sexy.
Escusado será dizer que mal vi e falei com os meus amigos, porque uns perderam-se, uns não aguentaram mais, uns foram mijar e não conseguiram voltar para o sítio combinado por simplesmente não conseguirem furar a multidão, ou não conseguíamos abrir a boca e levar com a fumarada. O que se ganhou? Bolhas nos pés e paciência esgotada.










