The Unforgiven

quarta-feira, outubro 17, 2007

Come lay beside me, this won't hurt I swear. 
She loves me not, she loves me still, but she'll never love again
She lay beside me, But she'll be there when I'm gone
Black heart scarring darker still, yes she'll be there when I'm gone
Yes, she'll be there when I'm gone
Dead sure she'll be there...

What I've felt, what I've known
Turn the pages, turn the stone
Behind the door, should I open it for you....
What I've felt, what I've known
Sick and tired, I stand alone
Could you be there, 'cause I'm the one who waits for you
Or are you unforgiven too?

Metallica, "The Unforgiven II"
in ReLoad (1991)

Há momentos irrepetíveis, assim como há pessoas que nunca vão ser substituídas. No entanto, bem cá no fundo de cada um de nós, vive um bichinho que se alimenta de esperança. Esperança de que os momentos se voltem a repetir, de ser cada vez mais feliz, ou de voltar a ver alguém que já partiu para o tal mundo melhor. Como acontece em diversos momentos da vida, a esperança não é a última a morrer, até pode ser das primeiras. A desconfiança passa a imperar, assim como a desilusão ou confusão, até mesmo o caos. Há momentos em que a esperança simplesmente se esgota, e ela não anda por aí a ser vendida na mercearia ao lado da porta, até porque estas estão em vias de extinção. By the way, odeio esta palavra, "esperança", demasiadamente utilizada em assuntos cor de rosa. Para além disso, já me dificultou muitas vezes a vida.

Erros, confusões, más interpretações, desconfiança. Um dia, batemos à porta, e não está ninguém do outro lado disposto a abrir. Há caminhos que temos de fazer sozinhos. Estradas que temos de ser nós próprios a alcatroar. Não esperar. Por muito que custe.

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