The Pretender

quarta-feira, outubro 24, 2007

What if I say I'm not like the others
What if I say I'm not just another one of your plays
You're the pretender
What if I say that I'll never surrender

In time or so I'm told
I'm just another soul for sale, oh well
The page is out of print
We are not permanent
We're temporary, temporary
Same old story

Foo Fighters, "The Pretender"
in Echoes, Silence, Patience & Grace (2007)

Todos queremos algo que não temos, ser alguém atingível por quem consideramos inatingível. A atitude mais correcta é olhar para nós como o centro do universo, como seres capazes, conscientes, responsáveis. Por mais narcisista que pareça, temos de nos ver como seres atractivos, belos, capazes de suscitar interesse, admiração e respeito. Como tal, não nos podemos sujeitar a tudo ou a todos, rebaixar-nos, deixar-nos levar até ao fundo, ao breu, onde não interessa estar.
Todos somos almas à venda, todos os pedaços do mundo podem comprar um pouco de nós, conquistar-nos, e quem não quiser é que fica a perder. Somos únicos, especiais, e cada um nós é o que de mais importante existe.
Acima de tudo, somos temporários, tal como ficheiros num computador, que a qualquer momento se transformam, se reeditam ou apagam. E isso é uma vantagem, e há que aprender a aproveitá-la. A capacidade de nos moldarmos não dura para sempre.


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