Traseirinho assado no forno

sexta-feira, agosto 15, 2014

"Reviveu a deliciosa sensação que conhecera quando, por altura de um dos seus passeios no campo, tinha metido no seu escroto o caule de uma rosa com os seus espinhos. Tinha-o guardado até que o caule apodrecesse, andando com as pernas afastadas, depois apertando-as quando queria sentir melhor a dor. Tinha em seguida comido as pétalas".

[...]

"Levei a sua pequena para minha casa, onde, depois de me ter despido inteiramente para evitar as manchas de sangue, a estrangulei apesar da sua viva resistência e a cortei em vários bocados que cozinhei com legumes. Não posso dizer-lhe até que ponto o seu traseirinho assado no forno era delicioso. Levei nove dias a comê-la quase por inteiro. Saiba no entanto, cara senhora, que não a desflorei e que ela morreu virgem."

[...]

"Querida doçura do meu coração, fiquei cativado por si. Sou seu escravo e tudo o que possuo é seu. Pénis, tomates, e todo o dinheiro que deseja. Se consentir somente em tornar-se a minha deliciosa esposa, como a adorarei. Ó quanto! Abraços-beijos-açoites. Depois beijar onde açoitei. O seu Delicioso Gordo e Magnífico Cu. Nunca mais precisaria de papel higiénico para tocar o seu delicioso traseiro gordo pois eu estaria presente para o limpar com a minha língua."

in O Quinto Dia, de Maud Tabachnik (2001)

Fico doida com as surpresas que encontro na biblioteca e esta é uma pérola que nos mostra a mente de um canibal que tira prazer em se auto-flagelar para se aproximar de Deus. Desde agulhas colocadas no pénis e lá deixadas durante dias, comer fezes de deficientes mentais, cheirar pénis decepados e órgãos apodrecidos, os cenários de morbidez são muitos. E eu gosto.




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