So long, Vietman.

terça-feira, agosto 12, 2014

Não conheço ninguém que alguma vez tenha dito: "Não gosto do Robin Williams. É um péssimo ator e um péssimo humorista". Robin talvez seja uma das figuras mais consensuais no mundo do cinema e do entretenimento.

É com pena que vejo partir um ser humano que admirava e que me acompanhou desde a adolescência com filmes como Jumanji (que vi até à exaustão no alto dos meus 11 anos), Flubber ou Robin dos Bosques, e que me impressionou na idade adulta com o seu talento dramático em Câmara Indiscreta, O Bom Rebelde ou O Clube dos Poetas Mortos. Já para não falar das séries, do stand up comedy e os mais diversos trabalhos que fez.

Robin era um homem inteligente, com piada, talento, que não tinha manias de artista, era discreto, simpático e disponível. Ao que parece ofereceu-nos tanto, que deu mais do que devia e não deixou nada para ele. Não consigo imaginar o que ele sentia para tirar a própria vida, mas o negrume já devia ser insuportável para que alguém como Robin, que aos nossos olhos tinha a vida estampada nos dele, nos tenha deixado. Que esteja a provocar sorrisos, onde quer que esteja.

"I used to think the worst thing in life was to end up all alone. It's not. The worst thing in life is ending up with people who make you feel all alone." - Robin Williams



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