Não sou fã de jazz. Talvez seja por, na minha vida, preferir rotinas e solidez de planos em vez de improviso e acabo por transpor a minha maneira de ser para as preferências musicais. No entanto, porque tudo tem uma exceção, achei piada aos Jazz Sabbath. A explicação é óbvia - baseiam-se nos temas de Black Sabbath, e é mais fácil gostar de algo em cuja base temos carinho.
Soube da existência da banda através do último livro do Ozzy Osbourne. Têm uma existência meio séria, meio a brincar: nasceram de jam sessions entre Adam Wakeman (que toca com os Black Sabbath em digressões) e outros músicos, e começaram por dizer, em tom de gozo, que foram eles os originais e que os Black Sabbath é que os copiaram.
De qualquer forma, juntaram-se três grandes músicos: Adam Wakeman; Yaron Stavi, que tocou com Diana Krall e Jamie Cullum; e Bill Bruford, histórico baterista dos Yes e dos King Crimson. Nas performances ao vivo, Pete Cater, baterista de referência, assume as rédeas. Hoje, é um projeto sério, com muitos fãs e quatro álbuns lançados.













