So long, superstar.

sexta-feira, abril 22, 2016

Nunca apreciei a música do Prince. Não que o considerasse mau artista, nada disso, apenas não gosto do género musical e por isso nunca lhe dei muita atenção. Mas aprecio pessoas criativas e com o seu quê de génio. Pessoas que desafiam os outros e que se desafiam a si próprias, que criam, que são inconformadas e que levam as coisas para a frente. E ele assim o era.

Ele mudou a música, inspirou quem faz música, foi um ícone da moda e um vanguardista em várias áreas. Criou grandes letras, foi actor, mestre em vários instrumentos e tinha aquela voz inconfundível que, mesmo quem não gostava, como eu, conhecia à légua.

É sempre mau perder quem fez tão bem à arte durante décadas. Nos últimos tempos verdadeiros talentos têm partido para o outro lado. Talvez queiram permanecer juntos. Quem sabe se o Lemmy, o Bowie e o Prince não estarão a improvisar qualquer coisa numa garagem no céu.

A genialidade não devia partir tão cedo. Adeus, Prince.


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3 comentários

  1. Estes primeiros quatro meses do ano têm sido maus para as artes, no que diz respeito a mortes! Eu sei que as idades e as doenças trazem destas coisas, mas parece que este ano tem sido pior do que os outros!!!!

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  2. De um dia para o outro o panorama cultural do planeta tem ficado mais pobre, agora chegou a vez de Prince partir.

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