Sonhos marados #27 - as prenhas poedeiras

quinta-feira, novembro 10, 2016

Uma amiga minha estava grávida (não era uma amiga real, nunca a tinha visto). Acompanhei-a ao hospital para uma consulta de rotina e acabou por lá ficar, que já estava prestes a dar à luz... Lá começaram as contracções e no meio dos seus acessos de dor grita-me que precisa urgentemente de uma tosta de queijo.

Lá vou eu pelo hospital afora, reparando que as condições são desumanas - há muitas mulheres, quase empilhadas em cima umas das outras, não há janelas, está tudo sujo e com cheiro a mofo... De qualquer modo, lá me encaminho para a cafetaria, onde demoram uma eternidade e mais um pouco a preparar a dita tosta de queijo.

Finalmente, volto a correr com a tosta na mão, e a minha amiga, toda lixada comigo, diz que já não quer, que abortou devido à demora e acabou por dar à luz um ovo estrelado. "Agora tens de me arranjar outro ovo!", disse-me. Sim, no meu sonho, as mulheres não engravidavam do truca-truca - enfiavam um ovo de galinha pela rata acima, e 9 meses depois, em vez de sair pintainho saía bebé.

Sentindo-me culpada, lá fui eu novamente, a correr, à procura duma galinha nas redondezas, e tive de recorrer a uma capoeira duvidosa e também pouco limpa. Agarrei em três galinhas e andava para lá à procura dos ovos quando apareceu a ASAE e me prende. Tentei explicar que o negócio não era meu, mas foi em vão. Fui levada para a choça e acordei antes de saber o que aconteceu à minha amiga antes prenha-poedeira.

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