Carta aberta ao assassino do Simba

quarta-feira, março 11, 2015

Seu miserável filho da puta,

Mataste o Simba. Ele era um cão muito, muito amado. Ele era o sol de uma família que cuidou dele desde que era uma pequena cria até aos 5 anos, idade com que o mataste. Deram-lhe amor, tempo, salvaram-no da morte, estiveram ao lado dele na doença, viram-no crescer e proporcionaram-lhe a melhor vida possível. Ele era parte crucial da família, não era deles, era um deles.

Num dia como os outros o Simba entrou na tua propriedade e tu não estiveste com meias medidas. Deste-lhe um tiro. A sua dona, leia-se, melhor amiga, em casa, ouviu disparos e, em pânico, chamou por ele. Ele veio. Muito devagar. A cambalear. A vida esvaindo-se aos poucos e o rasto de sangue atrás dele. Conseguiu chegar até à melhor amiga, e foi nos braços dela que abraçou a morte.

Tu, seu ser mesquinho, mataste-o, e nem és capaz de o dizer. Disparaste para o ar, dizes tu. Então o Simba já era anjo antes de o matares, porque só com asas é que podias tê-lo atingido no ar.

Sabes o que eu gostava que te acontecesse? Que tivesses uma morte dolorosa, lenta, agonizante e solitária. Quero que percas tudo e todos de quem gostas. Quero que tenhas uma vida miserável, que ganhes consciência e que esta te massacre todos os dias até finalmente morreres e arderes no inferno.

No entanto, se eu te pudesse dar um tiro nos cornos, já me bastava. Olho por olho, seu monte de esterco.

Enquanto penso nas formas em como gostaria de te punir, peço aos demais que assinem esta petição. Vamos fazer o que podemos para parar este e outros filhos da puta que não merecem ter o pé na Terra.

Obrigada pela atenção e espero que morras em breve, estupor do caralho.

Simba, és mais uma estrelinha no céu*







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